Sóliloco-me’madrugandade

Em uma rua escura, qualquer forma de divagação parece mais pura. No raro divagar de minhas mile-sete dúvidas, comia as dívidas com farinha, quitando-as como pensalimentos. Muito mais me valia a sombra do silêncio madrugau, aos gritos do amanhecer clarisignificante. De treva enfante, elefantescurilimpido era meu pensalmento. Se fosse por passos no chão, poriáridos trevóspitos funebrofilhos dos pés. Todos ideos, de idéia indignifluidativos do claro. Claribrunos claustroefemeros. A brisainflexa nostalginfante da madruagrada, de sorteio vens-por-outra, me in’condenar. O Orion’in’zonte des’proximeinfunda o breumimstério, grita-me vous-TU; “est-ti etério!”. Luzi o poste e aluzividalumem re’fita eubreu. Sólen’passos con’ti-nos coninhosonhos, nós… dé’je’vous! Acordadocarceri riavindo sem sais-de-sonho, amarrincendo os passoniferossímeos ao noitistício do dia. A noite c’alma me diz’ponhorizontilíneo, in’direção à mor’Radha de Mor’fel morrinfindificando o vivinfluxolocáustico diasporirônico dia. Diaguironistificava a hora, oraçãoinsanilidica do domíningo que er’dà noite. Naquiela noite’nuncà cheguei, nu meu des’tino zanzatinei para uma coisa, assacinanada as’pirei a clarada’sombr,à magrudade id’éia de madrugandade.

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